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Crianças

As “Crianças” da Umbanda são entidades que assim como os Exus têm sua forma de apresentação muito mal compreendida, pois muitos associam essas entidades a crianças que desencarnaram e vêm brincar na Terra através dos médiuns. Chega ao ponto de acharem que elas precisam de objetos infantis como carrinhos, bonecas, chupetas, etc, quando estão manifestadas. Também encontramos casas que, nas giras de Crianças, acham necessário a presença de um Preto Velho para ser o responsável pelo trabalho.


As entidades que se apresentam na forma de crianças trazem principalmente o simbolismo da pureza, qualidade que vamos perdendo com o passar dos tempos, mas que precisamos resgatar para conseguirmos nos religar ao Criador.


É importante termos bem claro que as formas de apresentação utilizadas na ritualística da Umbanda não expressam a verdadeira forma da entidade.


As Crianças quando na Terra, indiscutivelmente são sinônimo de alegria, transmitindo seus ensinamentos de uma forma bem lúdica e com grande profundidade.

Firmeza de Criança

São grandes mestres da magia, pois conseguem movimentar todos os elementos simultaneamente. Possuem a capacidade de adiantar questões que vão acontecer em nossos caminhos. São as entidades que mais se utilizam de fenômenos físicos quando acham necessário.


São ligadas às energias dos Orixás Ibeji e Oxum. Estão relacionadas a tudo o que está nascendo, brotando sendo os senhores da transformação no sentido de renascimento. Nós renascemos a cada dia e essa energia é fundamental para nos transformarmos gradativamente em seres mais puros e felizes.


Essas entidades se apresentam com nomes infantis utilizando doces e, às vezes, guaraná durante as consultas. Atuam no corpo astral do médium com mais intensidade no chakra laríngeo, tornando a voz do médium mais fina como de uma criança.


São entidades bem objetivas em suas consultas, sempre orientando o consulente a buscar sua felicidade, mostrando que este estado de consciência independe dos obstáculos que temos que superar. Preocupam-se muito com o ser e pouco com as coisas materiais.

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